Publicado por: Tarcísio Cavalcante em: 10/10/2011
Início de agosto. Tarde de sol, calma e tranquila. De repente a mãe recebe uma mensagem no celular:
Uma criança bateu a porta prensando o dedo mindinho do Guilherme. A unha está levantada. A pontinha está roxa. Está com curativo.
Eu enviara a mensagem. Tinha acabado de buscar o Gui na escola, estava com um enorme curativo no dedo. O coração da mãe já foi na boca. Queria vir para casa, mas tentei acalmá-la por telefone. No dia seguinte eu levaria o Gui ao pediatra.
No posto de saúde não me atenderam e ainda levei bronca, pois devia tê-lo levado ao hospital no momento do trauma. Fui ao hospital 24 horas e de lá me encaminharam para o Hospital do Trabalhador, sempre com a impressão de que a situação era pior do que aparentava. Liguei novamente pra Cris já no ambulatório do hospital . Extraíram a unha do Guilherme, pois estava necrosada. Mas o resultado do raio-x pelo menos não indicou nada mais grave.
Guilherme sentiria dor no dedo enquanto crescia uma nova unha. Passamos pouco mais de uma semana em limpeza e trocas de curativo. Até que não era mais preciso o curativo. A nova unha já está quase completa e o sapeca já está pronto pra outra.